Iniciar o processo intencional de construção da percepção de Dra. Nívea Chacur como uma CEO de referência da Leger | GoldIncision, elevando sua comunicação, presença em palco, autoridade de mercado e posicionamento institucional.
Tudo neste plano serve a um único movimento: firmar a Nívea como a CEO de referência do grupo, a mente visionária à frente da GoldIncision, cuja credibilidade valida o método. Cada frente abre com o motivo de existir; em seguida, as ações concretas e seus prazos.
A comunicação é o gargalo central do diagnóstico. Hoje a empresa não tem alguém que personifique sua cultura e suas decisões, e esse papel é, por definição, da CEO. Tornar o que a Nívea faz todos os dias em discurso claro e com autoridade é a condição de partida para todas as outras frentes.
Construir a percepção de uma CEO passa por mostrar os bastidores do dia a dia de quem faz, e não só fala. Contratar um videomaker para acompanhar a Nívea nessa trajetória é um movimento intencional para captar momentos importantes e gerar insumo para a produção de conteúdo.
Há ainda um ganho complementar e muito importante dentro destes 3 meses: a presença recorrente da câmera treina a intimidade da Nívea com ela. Essa intimidade com a câmera deixa a comunicação mais natural a cada gravação, e é parte essencial do processo.
Reunir acervo, registros e presença recorrente na imprensa dá lastro tangível ao posicionamento de CEO de referência, para que, quando souberem o que ela administra, a percepção mude por evidência, não por discurso.
Toda essa catalogação serve ao conteúdo: vamos fazer menções frequentes às aparições da Nívea na mídia, tanto as passadas quanto as atuais, com muita frequência. É esse volume recorrente que constrói a percepção de que ela é badalada, requisitada e está sempre na mídia.
A forma como a marca nomeia as coisas constrói ou desfaz percepção de autoridade. Um glossário intencional alinha toda a comunicação (equipe, social, vídeo e IA) a uma mesma língua: elimina os termos que reduzem a Nívea e a GoldIncision e fixa os que sustentam o posicionamento de CEO de referência.
| Evitar | Usar | Conceito / fala de exemplo |
| 1. Conceitos centrais | ||
| ✕Autoestima (paciente) | ✓se reconhecer, se reconciliar | Ela volta a se reconhecer, se reconcilia com o próprio corpo e a própria imagem. No exemplo: a liberdade de usar de novo o que não usava, de fazer o que evitava. |
| ✕Autoestima (empresário) | ✓confiança, convicção, autoridade | A confiança de quem construiu algo que se sustenta, sem depender da própria mão em tudo. |
| ✕Experiência | ✓atendimento, o jeito Leger de atender, acolhimento | A palavra sai e vira o nome direto da coisa: o atendimento, o acolhimento de quem entra pela porta. |
| ✕Crença limitante | ✓convicções que aprisionam, percepções equivocadas | O empresário que acha que no mercado dele não dá pra se destacar carrega uma convicção que aprisiona. |
| 2. Operação e negócio | ||
| ✕Barato, acessível | ✓justo, investimento | Valor justo, investimento que se justifica. Ninguém espera mais de quem cobra menos. |
| ✕Incrível, maravilhoso, fabuloso | ✓documentado, comprovado, real | Adjetivo automático não prova nada. O dado prova. |
| ✕Solucionamos, resolvemos tudo | ✓o método entrega, o resultado fala | Troca o verbo de promessa pelo verbo de prova. |
| ✕Comércio | ✓empresa | Tenho uma empresa, não tenho um comércio. |
| ✕Ambiente, clima organizacional | ✓cultura | O que sustenta a operação não é um bom ambiente, é cultura. |
| ✕Empoderamento, mulher empoderada | ✓liderança, autoridade | Ela não faz discurso de empoderamento. Ela lidera, e a construção fala por ela. |
| ✕Propósito | ✓o porquê, a missão | O que move ela, o porquê de tudo o que faz. |
| 3. Postura de CEO e apropriação | ||
| ✕A gente, nós, "o agente" (quando a decisão é dela) | ✓eu | Nós para execução coletiva, eu para autoria e decisão. Quem decide isso sou eu. |
| ✕Preocupação ("eu tenho a preocupação") | ✓responsabilidade | Responsabilidade carrega comando, preocupação passa fragilidade. |
| ✕Estamos tentando, pelo menos a gente tenta | ✓está construído, já entregamos, o padrão é | Tentar contradiz o NPS. Quem tem lastro afirma. |
| ✕Gostaria de, queria compartilhar | ✓vou trazer, o protocolo recomenda | Pedir licença vs conduzir. |
| ✕A gente precisa, a gente tem que | ✓você precisa, o processo exige | Tira o peso dela e devolve direção ao interlocutor. |
Hoje a Nívea ainda aparece sob o nome Chacur, lida como índice, não como ícone. O conteúdo existe para inverter essa leitura e firmá-la como a CEO da Leger | GoldIncision, construindo autoridade institucional antes de qualquer esforço de conversão. Autoridade primeiro; conversão depois.
Modelo de post: uma analogia de marca (Häagen-Dazs) que aterrissa na tese de cultura e na prova da Clínica Leger. É assim que uma pauta gancho vira autoridade.
O palco é o acelerador mais rápido de autoridade: um método sem um rosto à frente perde credibilidade, e é ali que a Nívea encarna a mente visionária que valida a GoldIncision com a própria reputação. A palestra gravada torna-se ativo permanente, reaproveitável em palestra-assinatura, media kit, TEDx e palcos internacionais.
O CBCI é o marco imediato deste ciclo: ele acontece perto do final dos 3 meses, e é exatamente ali que a gente já registra as grandes evoluções da comunicação da Nívea, a entrega que prova o trabalho feito.
Com o objetivo de atrair audiência super qualificada e gerar maior compreensão da persona, vamos distribuir um eBook com o tema de cultura organizacional, trazendo perguntas qualificadoras estratégicas para a entrega do material. Assim iniciaremos a primeira versão de um lead score para entender quem são os potenciais clientes das franquias GoldIncision, criando um trabalho de arquitetura de dados.
Antes de qualquer aquisição mais agressiva, a prioridade é entender o público a fundo: perfil, necessidades, comportamentos e objeções. Por isso o tráfego é a última frente do ciclo: a autoridade e o posicionamento vêm primeiro, e só então a aquisição é calibrada sobre dados reais de público.
Além dessa camada estratégica de aquisição para o futuro, o tráfego serve a um segundo objetivo: a sensação de onipresença. A ideia é pegar quem é a audiência e fazer com que a Nívea seja vista o tempo todo, aparecendo sempre para quem segue ela. Esse aparecer constante eleva a percepção de alguém requisitado, que está sempre presente, exatamente a percepção que a gente quer gerar.
· Estruturar estratégia de aquisição.
· Construir lead score.
· Planejar perfilamento.
Caso o ritmo de execução esteja abaixo do esperado, o ciclo poderá ser replanejado para um horizonte maior, preservando a qualidade da transformação.